Antes de mandar mensagem, leia como funciona. A gente é direto sobre o que oferece e o que cobra. Quem topa, entra no jogo.
O processo é simples — e começa antes do tatame.
1. Você manda o currículo no WhatsApp.
Histórico de competições, graduação, peso, idade, tempo de treino, além do seu Instagram.
2. A gente avalia.
Quem tem perfil técnico passa pra entrevista com a comissão técnica do Instituto. Não é teste seletivo no tatame — é conversa pra entender objetivo, disponibilidade e fit com o time.
3. Decisão e proposta.
Aprovado, você recebe uma proposta individual com o formato de apoio e a contrapartida acordada. O combinado é definido caso a caso, entre você e o Instituto.
Isso não é detalhe operacional. É escolha consciente.
Atleta que não tem nada investido na própria carreira não trata como profissional. Falta no treino, chega atrasado, leva campeonato como passeio. Não é juízo de valor — é como o cérebro humano funciona. Quando algo custa, vira prioridade.
O Instituto sustenta a base do programa para todos os atletas selecionados: treino, suporte técnico, recovery, preparação física e fisioterapia. Sobre essa base, cada atleta tem um acordo de contrapartida — o nível e o formato são definidos individualmente, caso a caso, na proposta. Em regra, existe contrapartida do atleta. O combinado é entre o Instituto e cada atleta, e fica entre as partes.
A contrapartida não é só financeira. Frequência, performance, conduta, representação e voluntariado também são parte do acordo — e em alguns casos são a forma principal de contrapartida. O custo sempre existe. Nem sempre é dinheiro.
Viagem para competições e alojamento são avaliados caso a caso. A cobertura depende de disponibilidade, caixa do Instituto, calendário da temporada e performance do atleta no ciclo. Quem entrega resultado tem prioridade — é coerente com a tese do programa.
Não é academia cobrando aluno. É investimento condicionado a compromisso. Quem entra, entra pra valer.
O apoio é condicionado a compromisso. Quem entra, entra pra treinar sério e representar o Instituto dentro e fora do tatame.
Presença e pontualidade.
Treino é trabalho, não hobby. Atleta do Instituto não falta sem motivo, não chega atrasado, não trata calendário como sugestão.
Disciplina competitiva.
Calendário IBJJF/CBJJ, controle de peso, preparação física, recuperação. Tudo é parte do trabalho — não é "extra" nem opcional.
Postura.
Você representa o Instituto dentro e fora do tatame. Patrocinadores acompanham, redes sociais acompanham, comunidade acompanha. Comportamento conta.
Evolução.
O apoio é revisado periodicamente com base em desempenho técnico e comportamental. Quem evolui e entrega, fortalece a parceria. Quem regride, conversa com a diretoria.
Quem não topa essas regras tem outras academias à disposição. A gente respeita, mas aqui não é o lugar.
Manda o currículo no WhatsApp. A gente avalia, marca conversa e responde com decisão clara — sim ou não.